sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Mensagem de Otimismo: … é o Zé

Ao meio dia, um pobre velho entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía. Um dia,o sacristão perguntou-lhe o que vinha fazer, pois havia objetos de valor no templo. "Venho orar", respondeu o velho. "Mas é estranho que você consiga orar tão depressa", disse o sacristão.

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"Bem - retrucou o velho - eu não sei recitar aquelas orações compridas. Mas, diariamente, ao meio dia eu entro nesta igreja e só falo: ‘Oi Jesus, é o Zé’. Em um minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve".

Alguns dias depois,o Zé sofreu um acidente e foi internado em um hospital. Na enfermaria passou a exercer uma grande influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres e muitas pessoas arrasadas passaram a ser ouvidas.

Disse-lhe um dia uma Irmã: "Os outros doentes falam que foi você quem mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem que você está sempre tão alegre"…

"É verdade Irmã, estou sempre alegre. É por causa daquela visita que recebo todos os dias, me trazendo felicidade". A Irmã ficou atônita, já notara que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Ele era um velho solitário.

Então, perguntou-lhe: "Que visita? A que horas?"

"Diariamente, ao meio dia - respondeu o Zé -, com um brilho nos olhos, Ele vem, fica ao pé da cama. Quando olho para Ele, sorri e diz: ‘OI ZÉ, É O JESUS!’ "

ENSINAMENTO: Para Deus não importa o tamanho da nossa oração ou o seu conteúdo, mas sim que Lhe falemos com o nosso coração e que entremos em comunhão com Ele. Sejamos como as crianças: simples, transparentes e abertas.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Espírito Santo

O DOM DO ESPÍRITO SANTO

Sem força, sem nenhuma energia para fazer o bem: tal é o estado ao qual o pecado reduziu o homem. Ele não somente caiu sob a escravidão do pecado — o que faz necessária a sua redenção— mas também se viu reduzido a um estado de impotência, sem poder agradar ou servir a Deus.

Para compensar esta falta de força, devemos possuir um poder. Este nos é indispensável tanto para nos libertar de nossa paralisia interna, produzida pelo pecado, como para nos permitir servir ao Senhor nas diversas circunstâncias exteriores.

Deus nos tem dado este po der, e o maravilhoso é que Ele enviou o Seu Espírito para habitar em nós. Algo menos que isso poderia parecer suficiente, mas, em Seu amor e sabedoria, Deus quis que o Espírito Santo — pessoa divina— fosse a energia ativa do crente. O Senhor ressuscitado, prestes a subir ao céu, disse aos discípulos: “Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas” (At 1:8). Esta elevada bênção foi cumprida dez dias mais tarde, no dia de Pentecostes.

Cheio do Espírito

No dia de Pentecostes, os discípulos não receberam simplesmente o Espírito para que habitasse neles, antes “todos ficaram cheios do Espírito Santo” (At 2:4). Quando um crente está cheio do Espírito, sua carne se torna inativa e nada pode opor-se a Seu poder. Vemos isto em Estevão, que estava “cheio de fé e do Espírito Santo”, “cheio de graça e poder”. Os seus adversários não podiam “sobrepor-se à sabedoria e ao Espírito pelo qual ele falava” (At 6:5, 8, 10 e 7:55). Incapazes de lhe resistir, usaram a violência como único recurso.

Estar cheio do Espírito não é um estado permanente, ao passo que ser habitado por Ele é. Com efeito, Pedro foi cheio do Espírito pelo menos duas vezes (At 4:8 e 31). No entanto, todos os crentes são exortados a encher-se do Espírito (Ef 5:18). Pode parecer estranho que tal condição seja comparada ao ato de se embriagar com o vinho. O vinho tem influência sobre o comportamento do homem; quem dele abusa sente-se agitado e já não se controla. A ação do Espírito não tem nada que ver com essa influência. Aquele que está cheio do Espírito controla os seus atos ao mesmo tempo que é dirigido de maneira conveniente e divina. De fato, nesta passagem, como em toda a epístola aos Efésios, o que é muito mau é colocado em oposição ao que é muito bom.

Quando um homem está cheio do Espírito, toda ação carnal é excluída. Todas as coisas que ocupam os nossos pensamentos, o nosso tempo e a nossa energia limitam o poder do Espírito. E não se trata apenas das coisas evidentemente más, mas também de todas aquelas profanas e sem proveito. Por isso a exortação: “E não entristeçais o Espírito de Deus” (Ef 4:30). Quando O entristecemos, Ele continua morando em nós, pois a Palavra nos diz que fomos selados com o Espírito Santo para o dia da redenção (Ef. 1:13-14), mas o gozo e o poder espiritual se perdem. Experimentamos com tristeza este estado até o dia em que nos julgamos e deixamos de lado o que tem entristecido o Espírito, que pode ser a mentira, a ira, as palavras torpes, a amargura, as blasfêmias (Ef 4:25-31). Todas essas coisas são contrárias à ação do Espírito na esfera individual ou na coletiva.

Andar no Espírito

Como podemos conhecer o poder vitorioso do Espírito em nossa vida? A epístola aos Gálatas dá a resposta resumida nesta exortação: “Andai no Espírito” (Gl 5:16). Depois de termos crido no Evangelho, Deus nos dá o Seu Espírito, o qual nos sela, mostrando assim que somos Sua propriedade. Depois disto devemos andar no Espírito. De forma prática, Ele deve ser a fonte e a energia de nossa vida. O andar é uma expressão figurada de nossas atividades. Pensamentos, palavras e atos, tudo deve ser submetido ao controle do Espírito. Desta maneira, não satisfazemos os desejos da carne, os quais são anulados pelo poder do Espírito.

De maneira figurada, podemos dizer que a nossa vida está cheia de semeaduras e de colheitas. Cada dia saímos com cestos de diferentes sementes. Podemos meter a mão no cesto da carne e semear para a carne, ou podemos buscar no cesto do Espírito e semear para o Espírito. Podemos ceder à influência das coisas que satisfazem a carne, ou, pelo contrário, ocupar-nos com as coisas do Espírito e, assim, semear sementes produtivas para a glória de Deus (Gl 6:7-9). Na prática, “andamos no Espírito” quando estamos ocupados com os interesses do Senhor e nos alimentamos dEle.

As quedas graves não são as únicas que nos privam do poder do Espírito. Com freqüência é suficiente uma falta de concentração nas coisas de Deus. O Espírito toma do que é de Cristo e no-lo comunica; mas Ele pode estar entristecido devido à nossa preguiça espiritual. Se você fosse dar alguma notícia importante a um amigo e ele o interrompesse sem cessar para falar de coisas triviais, certamente você daria por terminado o seu relato e ficaria entristecido e decepcionado. Da mesma maneira, o Espírito é sensível a tudo o que diz respeito à glória de Cristo. Tanto O entristece a falta de atenção como o fato de nós pecarmos. Peçamos a Deus que nos mostre até que ponto a nossa falta de poder espiritual é resultado disso.

O Espírito, Poder de Serviço

O apóstolo Paulo é um exemplo para os crentes. Observemos, pois, os resultados da ação do Espírito em sua vida de serviço. No período de quase vinte e cinco anos, ele evangelizou diferentes povos que ocupavam vastos territórios. Tal obra não poderia ter sido realizada sem a energia comunicada pelo Espírito de Deus. A sua pregação caracterizava-se pela simplicidade (1 Co 2:1-5); todos os ornamentos da eloqüência humana tinham sido colocados de lado, a fim de que o ato central da cruz fosse visto claramente. As suas palavras eram “demonstração do Espírito e de poder”. Assim, as pessoas convertidas por intermédio dele tinham uma fé que não descansava “em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus”.

Em si mesmo, ele não era mais que um “vaso de barro”, mas por meio dele resplandecia o “conhecimento da glória de Deus na face de Cristo” (2 Co 4:6-7). Através do Espírito, seu serviço tinha um caráter vivificante (2 Co 3:6). Nos duros combates pelo Evangelho, as suas armas eram espirituais. Ele derrubava os poderes satânicos entrincheirados no espírito dos homens sob forma de pensamentos orgulhosos e raciocínios opostos a Deus.

Os crentes resultantes desse ministério eram a “carta de Cristo... escrita.., pelo Espírito do Deus vivente” (2 Co 3:3). O Evangelho não tinha chegado a eles “tão-somente em palavra, mas sobretudo em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (1 Ts 1:5).

O Espírito Santo é um “espírito... de poder, de amor e de moderação”, a fim de que o crente possa servir ao Senhor participando “dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus”, ao mesmo tempo que guarda um equilíbrio sadio em sua atividade (2 Tm 1:7-8 e 14). Para o servo de Cristo, o Espírito Santo é, por Sua vez, fonte de poder e de fidelidade.

O Espírito, Poder de Unidade

No dia de Pentecostes, o Espírito Santo veio à igreja, a qual passou a ser, desta maneira, “habitação de Deus no Espírito” (Ef 2:22). O Espírito Santo faz igualmente sua habitação em cada crente (2Tm 1:14 e 1Co 6:19). Estas duas habitações, ainda que muito relacionadas, devem ser distinguidas uma da outra.

As bênçãos que até aqui temos estudado resultam da habitação do Espírito no crente. Elas são muito preciosas; não obstante, as bênçãos ligadas à Sua habitação na igreja conduzem a um terreno mais elevado: o do corpo de Cristo, o da união dos crentes com Cristo e entre si. O Espírito é um poder de unidade: “Em um só Espírito, todos nós fomos batizados... e a todos nós foi dado beber de um só Espírito” (1 Co 12:13; ver também 2 Co 1: 21-22).

O Espírito permite o harmonioso funcionamento do corpo de Cristo (1 Co 12:11). Ele promove, em particular, uma doce comunhão entre os santos (Fp 2:1) e cria neles um poderoso amor, que é a base de todo serviço (2 Tm 1:7). O apóstolo Paulo, depois de ter exposto os belos resultados deste amor manifestado na liberalidade entre os crentes, declara: “Graças a Deus pelo seu dom inefável” (2 Co 9:15). Certamente esse dom inefável é o Senhor Jesus, mas também é o dom do Espírito para cada crente e para a Igreja, uma “superabundante graça de Deus”, da qual somos beneficiários.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

É Tão Bom Ser Católico

Repórter: Jamille Gomes
Categoria(s): Igreja Católica, Indicações

"Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu. (MT 16,13)”

Me orgulho muito de ser católica e agradeço a Deus por ele ter me mostrado a verdade e essa verdade estar me libertando. Muitos dizem que ser católico é fazer o que quer, muitos não tem religião mais diz ser católico, outros participam de seitas e se dizem católicos, outros nunca foram à missa nem sabe como ela é formada ou conhece suas riquezas espirituais, mais assim mesmo falam que são católicos. Virou moda e não mais religião, dizer que pertence ao catolicismo.

Ser católico é buscar COTidianamente a perfeição e a santidade. É estar inserido nela, participando e seguindo seus riqíssimos sacramentos.

Quem não é católico tem uma Mãe! Mais quem é católico tem DUAS, aquela que nos gerou e a mãe de Jesus que nos ama e que intercede por Nós junto a Deus. Através de novenas bíblicas, terço, rosário, oração pessoal e muito mais podemos renovar nossa fé e nosso amor a Deus. Nossa senhora olha para nós com um olhar especial, somos os filhinhos preferidos dela! Quando caímos, fraquejamos ou pecamos ela nos ampara, nos pega nos braços, limpa nossas feridas, nos acalma e nos apresenta a Deus para que ele cicatrize nossas feridas. Não podemos esquecer dos santos que são testemunhos para nós de luta, perseverança, fé e submissão a Deus. E como já estão no Céu, nos ajudam a chegarmos lá.

O sinal de todo católico é a Cruz de Nosso Senhor Jesus, é a imagem mais concreta e valiosa do amor de Deus. Deus nos amou tanto que nos deu Seu Filho Jesus e nossa culpa foi assumida por Jesus. Para que nenhum de nós fosse pregado na cruz, Ele se fez crucificar-se para nos salvar. O amor é mais forte que a morte.

Assim como por um homem entrou o pecado, por outro Homem entrou a salvação. Jesus rasgou nossa culpa quando foi crucificado por nós e isso acontece quando somos batizados; todo batizado que crer na salvação será salvo, mas se for batizado e não crer será como morto.

Nós como cristãos, temos o dever de batizar nossos filhos assim que nascerem para terem a salvação. Por que deixar seu filho até 20 anos sem batizar? Para quê perguntar se ele quer ser batizado, ou que religião ele quer seguir? se o que está em jogo é a salvação eterna dele? Você vai perguntar quando ele é pequeno se ele quer tomar vacina para não ficar doente? Lógico que não, é obvio. Pais, por que não batizam seus filhos assim que nascerem? “Ou ignorais que todos os que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte”? (Rom 6, 3). Não sabeis que aquele que é batizado participa da ressurreição de Cristo?

Temos a graça de reviver em todas as missas o sacrifício de Jesus na cruz através da Comunhão, onde ele se dá através do seu corpo e sangue nos altar.

A igreja tem um leque de coisas boas a nos oferecer, basta irmos atrás e encontraremos uma riqueza em grupos de orações, Comunidades santas (como a obra COT-Comunidade Católica Obreiros Da Tardinha), pastorais que buscam viver a vontade de Deus seguindo seus mandamentos e sacramentos, confissão, Ministérios Ungidíssimos que são instrumentos de louvor, resgatando almas através da canção… E muito Mais…

Queremos cumprir Senhor, a tua palavra que nos ordena que sejamos um. Que a unidade da sua igreja seja visível à sociedade e ao mundo. Precisamos viver essa unidade. Nós precisamos ser esses canais poderosos para que a glória de Deus atinja o maior número possível. É impossível experimentar Deus e voltar para casa sem sentir vontade no coração de evangelizar. Ficar de perna para o ar no domingo, dia do Senhor. Imagine a revolução que você não pode fazer na sua cidade como um carismático, discípulo, missionário. Eu desconfio de alguém que diz que se encontrou com Jesus, mas não tem vontade de evangelizar. Quem diz ter um encontro pessoal com Jesus, mas fica sentado em casa sem fazer nada é um mentiroso. A igreja está gritando que precisa de missionários. Os bispos estão pedindo, o papa está pedindo. E você, vai continuar sentadinho? Não dá para os católicos ficarem do jeito que estão. Ou somos católicos e assumimos sermos missionários como o Espírito nos faz, ou vamos morrer na nossa fé.

Se coloque como instrumento de Deus aonde o Senhor te levar: no seu trabalho, na sua casa, no seu grupo de oração, no avião, na rua, aonde Deus te levar, seja instrumento do poder de Deus. Você faz parte dessa raça eleita para ser instrumento poderoso do Senhor. Precisamos assumir a autenticidade da fé católica. Vão acontecer milhares de desgraças – diz Jesus -, mas quem perseverar vai vencer. Lute por ela! Seja forte! Não desista!

Não deixe seu coração ficar insensível, O coração insensível é aquele que perdeu a capacidade de sentir aquilo que Deus está falando. O nosso coração é o espaço reservado por Deus onde Ele colocou sua marca. A Igreja confirma isso através dos seus documentos. O coração é um sacrário inviolável. O demônio jamais entrará no seu coração; ali está a consciência, a morada de Deus, dentro de nós. Dentro do coração só existe você e Deus.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Santa Bárbara - Padroeira da nossa Comunidade


HISTÓRIA DE SANTA BÁRBARA


Era o século 3... Diocleciano, governador da Nicomédia (Ásia Menor), procurava controlar a crise de seu Império. Nessa época, crescia muito o número de cristãos, inclusive entre famílias nobres.
Isto aconteceu também na família de Bárbara, uma jovem bela e de condição nobre. Seu pai, Dioscuro, era um alto funcionário do Imperador, e para ele apenas a vontade do Imperador era o que deveria seguir. Bárbara, porém, acreditava no amor e num mundo mais humano e mais justo.

Com o crescimento do cristianismo, as perseguições ficavam cada vez mais violentas. Muitos convertiam-se e eram batizados pelo bispo Zenão e se reuniam em lugares secretos para seus encontros de fé.

Bárbara foi catequizada por pessoas amigas. Com muito amor acolheu em seu coração a doutrina de Jesus.

A fé de Bárbara ia crescendo e mesmo sem sair de casa ela interessava-se pelos acontecimentos que lhe chegavam através de suas amigas cristãs. Enquanto isso, mais cristãos eram sacrificados.

Uma jovem bela e inteligente como Bárbara, não podia deixar de ter seus pretendentes. Dioscuro, seu pai, era muito ciumento e temendo que a beleza de Bárbara atraísse pretendentes que não lhe interessavam, mandou construir uma torre, onde deixaria Bárbara trancada quando ele estivesse viajando.

Conta a tradição que a torre projetada por seu pai tinha duas janelas, mas Bárbara pediu ao construtor que aumentasse para três, com o intuito de honrar a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Bárbara encontrava-se freqüentemente com suas amigas, e juntas rezavam pelos cristãos que a cada dia eram presos, maltratados e sacrificados.

Dioscuro soube que sua filha havia se tornado cristã, e pela primeira vez agrediu Bárbara. Mas ela tentou explicar-se, dizendo que os cristãos acreditam que todos somos irmãos e portanto não poderiam aceitar um Império baseado na violência e na injustiça. Ele porém, se enraiveceu com as palavras de Bárbara e ordenou que a fechassem na torre. Ela devia ficar lá sem se comunicar com ninguém.

Nessa época, sua amiga cristã Mônica também tinha sido presa e o bispo Zenão dera seu testemunho de fé, sendo martirizado.

Conta a tradição que certo dia foram dizer a Dioscuro que sua filha havia favorecido a fuga da prisão de sua amiga Mônica. Ele ficou furioso... resolveu ir até a torre e forçar Bárbara a prestar homenagem ao "deus" Júpiter. Bárbara, porém, recusou. Cheio de ódio, Dioscuro decidiu matá-la com suas próprias mãos. Nesse momento, uma força misteriosa arrancou Bárbara das mãos de seu pai. A parede onde não havia nenhuma porta abriu-se e ela saiu ilesa.

Dioscuro vendo-se vencido, ordenou aos soldados que procurassem sua filha por todos os caminhos da cidade. Enquanto isso, Bárbara visitou os doentes, as comunidades cristãs e ajudava os filhos dos escravos.

Finalmente os soldados encontraram Bárbara numa gruta, onde fora levar alimento para alguns doentes.

A jovem não reagiu à ordem de prisão, sua consciência estava tranqüila. Foi levada à presença do pai, que conseguiu a permissão do prefeito da cidade para denunciar sua filha diante da justiça. Bárbara então foi levada aos juízes, acusada por seu pai de ser cristã.

Diante da firmeza de Bárbara, os juízes esqueceram sua origem nobre e condenaram-na. Ao saber disso, sua mãe Irnéria procurou apelar em seu favor junto do marido, mas Dioscuro não quis voltar atrás.

Na prisão Bárbara foi chicoteada. Seu corpo delicado cobriu-se de marcas roxas e mesmo ferida no corpo e no coração, procurava aumentar sua força interior através da oração.

Conta a tradição que num momento de grande oração, uma luz desceu do alto iluminando as trevas da prisão. E uma voz lhe disse: "Bárbara, você está sofrendo por mim. Vou confundir seus perseguidores, curando suas feridas". A visão desapareceu e a jovem sentiu-se cheia de alegria ao perceber que as feridas de seu corpo haviam desaparecido completamente.

Os juízes não se conformaram com aquela cura inesperada. Então, tentaram torturá-la pelo fogo. Mas Deus interveio novamente apagando o fogo.

Dioscuro, porém, não se deu por vencido. Ordenou aos soldados que levassem Bárbara pelas ruas da cidade, e a conduzissem debaixo de chicotadas. O corpo da jovem novamente ficou marcado pela dor. Contudo, Bárbara contemplou mais uma vez, a presença divina que lhe curou as chagas.

Dioscuro, promotor do processo, pediu então à justiça a condenação de sua filha: "Seja morta à espada, como convém aos membros da nobreza". E ao mesmo tempo pediu permissão para que ele mesmo executasse a sentença.

Bárbara e sua amiga Juliana caminharam juntas para o local do martírio. Muitos cristãos as seguiram. A espada de Dioscuro levantou-se no ar e atingiu o pescoço de Bárbara, que serenamente entregava a Deus sua vida.

Irnéria chorou muito. Daquele dia em diante, Dioscuro perdeu não só a filha mas também a companhia da esposa. Ele estava só... E por isso passou a perseguir ainda mais os cristãos.

Foi assim que inconscientemente, seus passos o levaram até o monte onde as duas jovens tinham sido sacrificadas. A terra que tinha sido molhada pelo sangue inocente, estava coberta de flores. Nesse momento, Dioscuro ouviu um ruído de trovão. O céu escureceu-se à sua volta, ele sentiu uma grande angústia e começou a caminhar pelo local, mas um raio fulminante atingiu-o no peito.



Fonte: Tommasi, Tarcila. Santa Bárbara
Paulinas, 2003

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

COMUNICADO IMPORTANTE

Amanhã - dia 15 de agosto , Domingo - teremos janta no grupo de jovens. Será macarronada.
Confirmar a presença com o Tio João que ele vai comprar os cartãos.
Obrigado.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Musica "Peregrino do Amor"

QUANTO JÁ ME EMOCIONEI AO OUVIR A TUA VOZ
QUANTO JÁ CHOREI AO LER O QUE ESCREVEU A NÓS
PREGOU COM TUA VIDA E FEZ A IGREJA ASSIM CRESCER
O MUNDO DEU PERSEGUIÇOES E DEUS TE DEU CONSOLAÇOES
O TEU AMOR EMBRIAGOU O MUNDO
QUE FEZ A TANTOS JOVENS MERGULHAREM MAIS FUNDO
ÉS O PEREGRINO DO AMOR, BUSCOU OS JOVENS COM TANTO ARDOR
NINGUÉM JAMAIS ANDOU POR TANTAS TERRAS
NEM LEVOU A PAZ A TANTAS GUERRAS

TENTARAM ATÉ CALAR A TUA VOZ E EM TROCA REVELOU O CÉU A NÓS
UM MENDIGO DO MEU SENHOR, POR ISSO EU TE SIGO
PEREGRINO DO AMOR
OLHANDO TUA AGONIA SÓ POSSO IMAGINAR
QUE A PROPRIA VIRGEM MARIA VEIO TE BUSCAR
E COM OS ANJOS TE LEVOU AOS MAIS LINDO LUGAR
E TODOS OS SANTOS LÁ ESTAVAM A TE ESPERAR
FOI POR TER BUSCADO A TANTOS JOVENS
QUE EM TUA PASCOA A JUVENTUDE VEIO A TI

REFRÃO

TÃO GRANDE ERA A FORÇA DO TEU BEM
QUE ATÉ OS MAUS VIERAM E TE BUSCARAM TAMBÉM
ÉS O PEREGRINO DO AMOR. BUSCOU OS JOVENS COM TANTO ARDOR
DE TUAS FRAQUEZAS NÃO NOS FEZ SEGREDO
E DEU A ORDEM PRA NÃO TERMOS MEDO
A FÉ NÃO ESTÁ NO CORPO QUE SE INCLINA
MAS ESTÁ NA ALMA DO QUE CRÊ

EU CREIO QUE ÉS O NOSSO INTERCESSOR, POR ISSO EU TE SIGO
PEREGRINO DO AMOR

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Jesus é o Senhor de nossa história


Todos nós temos uma história; ninguém nasceu do nada. Jesus, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, nasceu em meio a um determinado povo, assumindo toda a história e a tradição deste.

“Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo” (Mt 1,16).

Nós não podemos subtrair nada de nossa história, e, ao mesmo tempo, precisamos abrirmo-nos à luz do Espírito Santo, para sermos curados e libertos. Jesus encarnou-se e assumiu toda a nossa humanidade, exceto o pecado, para nos redimir. Peçamos ao Senhor, que, no dia de hoje, lave a nossa história com o Seu Sangue poderoso e nos purifique de todos os males.

Coloquemo-nos entre os verdadeiros amigos de Cristo, os quais, mesmo em meio às fraquezas, perseguições e dúvidas, não se deixam ser conduzidos pelo pecado, mas, abrasados de amor pelo Senhor, deixam-se guiar pelo Espírito Santo, renunciando à vontade própria e fazendo a vontade de Deus.

Rezemos muito, neste dia, pedindo ao Senhor a graça da fidelidade, da fé e da perseverança.

Jesus, eu confio em Vós!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Acertando com o projeto de Deus



Acertando com o projeto de Deus

Quando nós, na humildade, na oração, aprendermos a ouvir a palavra de Deus, a voz do Espírito Santo dentro de nós, e não a voz das nossas emoções, das nossas empolgações, começaremos a acertar com o projeto de Deus.

Não será exatamente pelo fato de até agora você ter feito as coisas pela sua cabeça, sem perguntar ao Senhor, sem escutá-Lo no fundo de sua consciência, não será por isso que as coisas vão tão mal na sua casa? Será que a conversão daquela pessoa da sua família ainda não aconteceu, exatamente porque você continua atrás dos seus projetos, em vez de buscar o projeto de Deus? Será que não é justamente porque nem eu, nem você, ouvimos a voz do nosso Senhor na nossa consciência que temos feito tanta bobagem?

Tenha a certeza de que Deus poderia ter feito muito mais se em vez de ficarmos buscando nossos projetos, guiados por nossas empolgações, tivéssemos paciência, humildade para escutar a voz d'Ele em nossa consciência.

(Trecho do livro "A Sabedoria está no ar" de monsenhor Jonas Abib)

Monsenhor Jonas Abib

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Tony Melendez

Este vidio nos proporcionou, no encontro de nosso grupo, uma reflexão muito grande sobre a vida. O que valorizamos e se valorizamos nossa familia, nossa casa, nossa vida.
No mundo cheio de caminhos fáceis e caminhos difíceis, qual o caminho melhor?
Claro que se andarmos do geito com o qual Jesus nos mandou, fazendo-se cumprir seus mandamentos, nossa vidaserá melhor e poderemos enfrentar os obstáculos com mais tranquilidade e segurança.
Vejamos o video e que cada pessoa possa refletir melhor sobre sua vida:


video

segunda-feira, 28 de junho de 2010

As Exigências para seguir a Jesus


Há algumas semanas já que a liturgia vem apresentando a Carta de Paulo aos Gálatas, o documento-mor da “liberdade cristã”. Será que se entende por liberdade a mesma coisa que pensam as pessoas hoje, sobretudo os jovens? Que é liberdade para o cristão?

No Evangelho de hoje, Cristo nos diz que Seus seguidores devem largar tudo que os atrapalha para segui-Lo: coisas materiais, apegos afetivos… Paulo, na 2ª leitura, nos diz que fomos libertos por Cristo para vivermos na liberdade. Mas como combinar esta “liberdade” com a severa exigência do Evangelho?

A liberdade cristã é “liberdade de” e “liberdade para”. “Liberdade” de outros sistemas, valores, apegos. Liberdade de outros mestres e senhores, com exceção de Cristo. Não é libertinagem, pois libertinagem não é liberdade, mas sim, escravidão de veleidades, instintos, vícios, orgulho, autossuficiência. Muitos que se dizem livres são, na realidade, escravos de si mesmos, do seu egoísmo, de algum poder escuso – um grupo, uma pessoa que os tem em seu poder sem que o reconheçam. O cristão é livre à medida que pertence a Jesus como o seu único Senhor, e a Deus, Pai de Jesus e a todos.

O cristão é “livre para” o que Cristo deseja ao viver a dedicação ao irmão, o próximo. Livre para a corajosa transformação da exploração em fraternidade; para a verdade que afugenta a mentira; para tudo que o Espírito de Deus nos inspira, os frutos do Espírito: caridade, alegria, paz… E para isso, ele cumprirá a “lei única”, que contém tudo o mais que é preciso observar: amar o próximo como a si mesmo (ou seja, como se tratasse de si mesmo). Na mesma carta, Paulo chega a dizer que a liberdade consiste em nos tornarmos escravos de nossos irmãos.

O apóstolo dos gentios escreveu essa carta numa situação muito específica. Como ele era judeu, os pagãos da Galácia (Turquia), recém-convertidos a Cristo, penavam que, para ser como Paulo, eles deviam tornar-se judeus, com circuncisão e tudo. Alguns pregadores judeus lhes botavam isso na cabeça. Paulo reage a isso com veemência, explicando que não foi esse Evangelho que ele lhes tinha anunciado. O sistema da lei judaica está superado e não é preciso ser judeu para ter acesso ao povo de Deus, aprofundado por Jesus de Nazaré.

Em nosso contexto histórico hoje que significa essa liberdade apregoada pelo apóstolo Paulo? Exige a derrubada do sistema e das estruturas que impedem as pessoas de realizar a fraternidade que Deus espera e que Jesus veio inaugurar. Liberdade cristã significa liberdade em relação ao sistema de exploração que nos quer dominar. Significa dizer “não” ao sistema alienante e explorador – sustentado inclusive por formas alienantes de “religião” – colocando-nos a serviço de um novo sistema, que promova a justiça e a vida. Pois liberdade não é andar solto; é comprometer-se com o apelo de Deus e de nossa consciência.

Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Como Nossa Família é Importante


A nossa família é o bem mais precioso que temos.

Principalmente os nossos pais, não importa se são nossos pais de verdade,

ou se são pais que adotaram você. O que importa é que eles te amem,

te passem tudo que aprenderam nessa vida.

Nossos pais merecem todo respeito e carinho do mundo.

Pois são eles quem nos dão tudo aquilo que temos e estão sempre se esforçando para nos dar aquilo que queremos.

Aprenda a dar valor a essas pessoas tão especias,

que tem um amor enorme por você.

Retribua tudo que eles te dão,

com carinho,

amor,

felicidade,

pois esses são os presentes que os nossos pais mais querem.

Tapetes de córpus Christi

























Falar sobre liberdade


Vamos falar sobre liberdade? Parece encantador pensar em ser livre como um pássaro, não é mesmo?

Quantos de nós já não tivemos uma imensa vontade de sair “voando” por aí, vendo-nos livres das responsabilidades, das dificuldades, daquilo que nos aflige, daquela prova que não queremos fazer, daquela decisão que não queremos tomar ou, simplesmente, ser livre para não seguir regras de casa, dos pais, da sociedade.

Mas será que tudo é permitido? Nossa referência é da liberdade enquanto poder, ou seja, daquele desejo de ultrapassar limites e nesse sentido, quanto menos limites, restrições e regras, tanto maior é sensação de liberdade sentida pela pessoa. Porém, isso é uma visão distorcida do verdadeiro ser livre. Esta passagem bíblica nos traz esta recordação: “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém” (cf. I Cor 6,12).

Não é possível negar uma realidade que sempre impõe regras a serem respeitadas e delas dependem a convivência saudável de uma comunidade. Assumir suas escolhas, analisar as possibilidades e observar os caminhos disponíveis de forma consciente são atos de liberdade; de liberdade responsável, especialmente, quando, de fato, tomamos um posicionamento definido.

O não escolher já é uma escolha. Porém, as escolhas podem ser mais ou menos conscientes. Quando ela não é clara para o homem, quando os motivos não estão explicitados, a escolha transforma-se em condenação - pois de qualquer maneira haverá uma escolha.

Liberdade é própria do homem; quando podemos ser livres nessas escolhas nos colocamos em papel de responsáveis pelos atos e pelas consequências destes. Fugindo e deixando que os outros pensem por nós, decidam por nós, ou ainda que atribuamos a responsabilidade para o outro, isso também é um ato livre, mas, talvez, não o mais consciente.

Ser livre é assumir responsabilidade por cada momento de seu viver, cuidando de suas escolhas da maneira mais autêntica possível, encarando os desafios e a angústia de estar lançado em um mundo que não oferece nenhum tipo de garantia de sucesso ou felicidade. Essas conquistas irão depender da maneira como cada um constrói seu caminho para a realização de seus projetos e como cada um de nós assume o projeto de liberdade responsável em nossas vidas, conduzindo nossa existência, porque “Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém”.

Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, colaboradora da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia Clínica e Pós-Graduada em Gestão de Pessoa